VÍDEOATIVISMO

O movimento Mãos Solidárias se desenvolveu como uma campanha de solidariedade durante a pandemia de Covid 19, como frente urbana do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra (MST) em Pernambuco. Hoje nacionalizado, ele organiza as comunidades em 13 estados do Brasil, com bancos de alimentos, cozinhas populares solidárias, hortas comunitárias, agentes ambientais, alfabetização, cursos de formação e ações culturais.

Instagram: @maos.solidarias.pe

Alguns vídeos produzidos:




Expressões da Periferia foi um projeto desenvolvido em 2023 por jovens artistas em duas comunidades de Porto Alegre: a Ilha do Pavão e o Quilombo Kèdi. Ofereceu oficinas de artes visuais para crianças de baixa renda, no intuito de incentivar o desenvolvimento de uma narrativa própria que valorize o lugar onde moram. O vídeo registra a realização das atividades e seu impacto nos território.

Duração: 4 minutos.




O vídeo acompanha a realização do projeto “Informação e Prevenção à Saúde para a População em Situação de Rua”, idealizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ao longo de 6 meses.
Construído numa perspectiva institucional, junto com o Movimento Nacional da População de Rua (MNPR-RS) e a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), ele teve como objetivo desenvolver ações de educação permanente, tendo a própria população de rua como agentes promotores, junto com estudantes bolsistas. Também desenvolveu cursos interativos de formação destinados à “PopRua” dentro da universidade.

Duração: 16 minutos

Disponível no Youtube




Esta web-série foi desenvolvida no Rio de Janeiro em 2018, em parceria com a Agência de Notícias das Favelas (ANF), acerca de diversas iniciativas culturais e artísticas acontecendo na periferia da cidade.

Playlist de 6 episódios de 3 a 5 minutos disponível no youtube.




Vídeos institucionais realizados no Rio de Janeiro para a Agência de Notícias das Favelas (ANF), primeira mídia de informação sobre as favelas, contando a história da organização, na ocasião dos seus 18 anos, e do seu jornal “A Voz da Favela”, vendido por jovens de periferia nas ruas da capital.




Reportagens realizadas em 2014 junto com o Coletivo Catarse, cooperativa de produção e jornalismo independente, com enfoque em movimentos sociais e culturais críticos ao sistema e com pouca visibilidade midiática.

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